Essa gente bronzeada
mostrou seu valor
@ Márcio
Metzker
Os Jogos
Panamericanos do Rio terminaram com um recorde
de medalhas para o Brasil:
54 de ouro, 40 de prata e 67 de bronze. As de ouro,
que contam para o ranking, foram 25 a mais do que
em Santo Domingo 2003. As de prata empataram e
as de bronze foram 13 a mais. Como andei enfronhado
nesse assunto, fiz algumas pesquisas, cálculos
interessantes e reflexões divertidas.
Reis do
bronze: o histórico
dos pans mostra nossa tremenda vocação
para ganhar medalhas de bronze. A tal ponto que
nosso hino esportivo deveria ser, na voz de Baby
Consuelo: "Chegou a hora dessa gente bronzeada
mostrar seu valoooor!" Foram 404 nas 15 edições.
Estamos atrás apenas dos Estados Unidos
(873), Canadá (682) e Cuba (481).
Passamos
a Argentina: graças às
161 medalhas conquistadas no Rio, ultrapassamos
a Argentina no número total de pódios.
Estamos atrás dos hermanitos ainda em medalhas
de ouro. Eles tinham 247 e conquistaram 11. Nós
tínhamos 187 e ganhamos 54. A disputa está em
258 contra 241. Como eles estão em acentuada
decadência esportiva, mais um pan e nós
vamos ganhar a terceira posição.
Rivais de
Cuba e Canadá:
Cuba também está em decadência,
pois diminuiu sua média de 70 medalhas de
ouro para 59 nesse Pan. As elites brasileiras não
entendem como um país pequeno, pobre, alquebrado
pelo bloqueio comercial americano, dirigido há quase
60 anos pelo mesmo homem, pode continuar tão
rico em educação, esporte e medicina.
Em ascensão estão a Venezuela e a
Colômbia, mas ainda longe de nós.
Proporcionalmente, os Estados Unidos estão
encontrando maior resistência para disparar
nos quadros de medalhas com aquela hegemonia devastadora.
Canadá permanece estável nas últimas
edições dos jogos.
Doping político: Uma constatação
me deixou abismado: nenhum caso de doping no Pan,
quando a média é de 9 por edição
e foi de 13 em Santo Domingo. Nem os farejadores
da Colômbia, com suas medalhas de prata em
pó, foram apanhados no exame. Informei-me
que não foi detectado nem o chamado doping
social, ou seja, o uso de maconha, que não
melhora o desempenho atlético de ninguém,
e até perturba a concentração.
Pode-se chamar de "doping político" a
deserção de boxistas cubanos. Convenhamos
que há esportes que você pratica por
amor ao país, mas tomar soco na cara sem
recompensa em dinheiro é estupidez. Para
evitar deserção em massa, Fidel Castro
ordenou o retorno antecipado de seus atletas.
Violência zero: A imprensa
também não registrou casos de assalto
ou seqüestro de atleta ou familiar ou turista
estrangeiro durante o Pan. Talvez tenha havido
um acordo entre o Governo e os barões do
crime para uma trégua de 17 dias. Talvez
tenha havido uma pressão do Governo para
não noticiar os casos que porventura tenham
acontecido. Menos provável é que
o policiamento e a vigilância tenha sido
tão perfeita que a malandragem e a bandidagem
carioca tenham entrado em recesso neste período.
O caso é que o Pan registrou violência
zero. Nem os karatecas puderam dar porrada nas
adversárias, porque eram punidos.
Canadá e Cuba: A ambição
do Brasil é alcançar Canadá e
Cuba e depois consolidar-se como a segunda potência
esportiva do continente, por ter a segunda população,
a terceira extensão territorial e também
por ter iniciado, nos últimos dez anos,
um trabalho contínuo de investimento público
no esporte de base e de patrocínios privados
no esporte de alto rendimento.
Fiasco na
vela e no futebol: alcançamos
a hegemonia no vôlei de praia, no vôlei
masculino, no futebol feminino, no handebol, no
salto com vara, nos 1.500 metros rasos, na maratona.
Arrebentamos nas piscinas (embora menos que os
Estados Unidos). Mantivemos a performance de potência
no salto tríplice, no judô, no hipismo,
no atletismo, no basquete. E beliscamos medalhas
também na canoagem, na esgrima, no boxe,
no taekwondo, no karatê. Nosso grande fiasco
foi o futebol masculino, eliminado no início,
e a vela, que sempre enfunava o quadro de medalhas.
Vitórias coletivas: A grande
constatação que este Pan trouxe para
o nosso esporte é a do espírito de
equipe. Somos melhores nos esportes coletivos,
e o melhor exemplo disso veio no revezamento 4x100.
Não tínhamos ninguém que rivalizasse
com americanos, jamaicanos e canadenses na velocidade
pura, mas ganhamos deles na organização
e treinamento do revezamento. As ginásticas
e o hipismo também ganharam ouro por equipe,
e nenhum ouro individual. As equipes de vôlei
masculino, a de futsal, a de basquete, de natação,
de ginástica artística, de futebol
feminino, mostraram uma solidariedade e um companheirismo
produtivo que nenhum outro país exibiu no
Pan. Os Estados Unidos vieram com centenas de individualidades
e vaidades pessoais. Com exceção
de Thiago Pereira, cujo brilho individual e recordes
o lançaram como celebridade instantânea,
os heróis do esforço individual são
rapidamente esquecidos. Os ídolos que permanecem
na memória popular são sempre os
atletas dos esportes coletivos. Se as medalhas
fossem contadas pelo número de titulares
das equipes, há muito o Brasil seria líder
nos panamericanos. |
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| ENFIM... O MOTO CONTÍNUO |
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Uma
idéia sensacional à procura
de investidores...
O Santo Gral da energia, sonho
acalentado por muitos cientistas e buscado
por muitos inventores e pesquisadores, pode
enfim, se tornar uma realidade.
Moto
Contínuo,
o que é isso afinal?
Há várias abordagens
sobre este mesmo item, mas a definição
mais apropriada seria a idéia de se
produzir uma determinada potência para
se realizar trabalho, seja ela elétrica,
térmica ou outra qualquer, sem precisar
gastar nada ou muito pouco para produzi-la.
Na natureza
nada se cria, nada se perde, tudo se transforma,
já dizia
Lavoisier, o eminente cientista francês
que viveu no século XVII.
Sendo ele, um dos precursores do pensamento
moderno, influenciou toda uma geração de cientistas no mundo inteiro,
provando que a energia nunca pode ser criada, mas apenas transformada.
Ainda assim, constata-se uma inquietação do homem
quanto à abordagem desta questão.
Será possível
em fim, o Moto Contínuo?
Saulo
Rodrigues de Quevêdo,
técnico em Eletrônica e pesquisador
independente, acredita ser possível.
Segundo
ele, basta pensarmos que toda energia pode
ser transformada e usar
os recursos da matemática para poder
transformar uma determinada potência
ou tipo de energia, que pode ser chamada de “potência
primária”, em outra potência
ou tipo de energia, que pode ser chamada de “potência
secundária”, sendo que esta potência “secundária” resultante
venha a ser suficiente para produzir trabalho
e ainda parte dela poder ser utilizada para
alimentar a energia “primária”.
Logo teremos um “Moto Contínuo” de
potência ou energia, com a potência
primária gerando a potência secundária
e a potência secundária reenergizando
a potência primária e ainda produzindo
uma boa quantidade de energia para realizar
trabalho, num ciclo sem fim.
Como pode ser feito?
Por
enquanto é segredo,
mas já se encontra junto ao INPI (Instituto
Nacional de Propriedade Industrial) e também
junto á instituição Fapemig
(Fundação de Amparo à Pesquisa
do Estado de Minas Gerais), documentação
referente a um projeto desenvolvido por ele,
denominado “Circuito Gerador de Potência
Elétrica” centrado nesta idéia,
que pretende patentear, e que está fundamentado
em sólidas fórmulas matemáticas
que dão ao projeto total embasamento
e credibilidade. Não há mais
dúvidas.
O projeto "Circuito Gerador
de Potência Elétrica" é inovador
e ambientalmente correto, e contribuirá para
um mundo com melhor qualidade de vida, produzindo
energia de uma forma limpa e confiável,
sem degradar o meio ambiente ou o eco-sistema.
Poderá mudar radicalmente a forma de como se produz e
se utiliza a energia elétrica atualmente, podendo ser
transportada para qualquer lugar e utilizada da forma que for
mais conveniente para o usuário. Facilitará a utilização
de energia elétrica até em lugares de difícil
acesso, como nos desertos, ou locais remotos, inóspitos,
ou gelados, de uma determinada região de algum lugar deste
nosso planeta.
Este
projeto tem total flexibilidade para se adaptar
a produção de
uma maior potência elétrica, para
ser utilizada no setor industrial ou setor
público.
Enfim
o Moto Contínuo…
Caso
queiram entrar em contato, o e-mail dele é:
inovastar@hotmail.com
Ele está á disposição para dar maiores
informações no telefone:
055 (31) 3491-9524
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O CHAMADO DO
CORAÇÃO

Num
mundo turbulento, às
vezes é difícil ouvir a voz
do coração, acalmar-se o suficiente
para ouvi-lo. Pouquíssimas coisas
externas nos encorajam a fazê-lo. Tudo
o que fazemos é estar ocupados estabelecendo
e alcançando metas. Somos levados
a acreditar que só encontraremos serenidade
somente quando nos aposentar. Mas uma mensagem
diferente prevaleceu ao longo de muitas civilizações “O
que você está procurando está dentro
de você”. Este é o tema
com o qual Prem Rawat (Maharaji), um indiano
que não fala de religião, atrai
imensas platéias, em vários
países do mundo, oferecendo o conhecimento
da esperança e da paz. Leia algumas
de suas reflexões:
Paz
e alegria, no agora. Dentro de nós.
O
conhecimento da paz não está antiguidade
nem na ciência moderna.
O
conhecimento é simples como a respiração.
Á vezes
não é um processo de aprender,
mas desaprender.
Não
de fazer, mas de desfazer.
Não é um
processo de acrescentar novos elementos,
mas de retirar
elementos indesejáveis.
Quando
o escultor retira pedaços que escondem
a forma oculta na rocha, o que
Emerge, é uma linda forma.
O
que fica é esse lindo e reluzente
diamante. A própria vida.
Nesta
jornada, o esforço necessário é o
de prestar atenção.
Todas
as viagens que fizemos em nossa vida foram
para fora de nós.
A
meta não é apenas aprender
as técnicas do conhecimento, mas
desfrutar
Desta vida. Desfrutar de cada respiração.
A
PRÓPRIA VIAGEM É O DESTINO.
Nós já temos a felicidade que precisamos em nossa vida,
mas não estamos
em contato com ela.
Qualquer
que sejam suas responsabilidades externas,
você deve cuidar delas.
Mas
temos outra responsabilidade. A responsabilidade
com o coração.
Não
temos de sacrificar uma pela outra.
Encontrar
a paz no coração é outra
responsabilidade que temos.
É uma
responsabilidade com nós mesmos.
(Continua na próxima edição)
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| Assessoria de Comunicação |
Reportagens
Jornalísticas
Edição de Textos e Revisão
Edição de Jornais
Alessandra Grisolia - Jornalista - Fone: (31) 9293 4663.
E-mail: alessandragrisolia@hotmail.com
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Música
A
Escola de Música Sonata está com
inscrições abertas para cursos
teóricos e práticos de guitarra,
bateria, saxofone, canto, teclado, violino,
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