Número 30 - Belo Horizonte10/agostol/2007

 




 

Fabiana Beltrame. A musa do PAN
Essa gente bronzeada mostrou seu valor

@ Márcio Metzker

Os Jogos Panamericanos do Rio terminaram com um recorde de medalhas para o Brasil: 54 de ouro, 40 de prata e 67 de bronze. As de ouro, que contam para o ranking, foram 25 a mais do que em Santo Domingo 2003. As de prata empataram e as de bronze foram 13 a mais. Como andei enfronhado nesse assunto, fiz algumas pesquisas, cálculos interessantes e reflexões divertidas.

Reis do bronze: o histórico dos pans mostra nossa tremenda vocação para ganhar medalhas de bronze. A tal ponto que nosso hino esportivo deveria ser, na voz de Baby Consuelo: "Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valoooor!" Foram 404 nas 15 edições. Estamos atrás apenas dos Estados Unidos (873), Canadá (682) e Cuba (481).

Passamos a Argentina: graças às 161 medalhas conquistadas no Rio, ultrapassamos a Argentina no número total de pódios. Estamos atrás dos hermanitos ainda em medalhas de ouro. Eles tinham 247 e conquistaram 11. Nós tínhamos 187 e ganhamos 54. A disputa está em 258 contra 241. Como eles estão em acentuada decadência esportiva, mais um pan e nós vamos ganhar a terceira posição.

Rivais de Cuba e Canadá: Cuba também está em decadência, pois diminuiu sua média de 70 medalhas de ouro para 59 nesse Pan. As elites brasileiras não entendem como um país pequeno, pobre, alquebrado pelo bloqueio comercial americano, dirigido há quase 60 anos pelo mesmo homem, pode continuar tão rico em educação, esporte e medicina. Em ascensão estão a Venezuela e a Colômbia, mas ainda longe de nós. Proporcionalmente, os Estados Unidos estão encontrando maior resistência para disparar nos quadros de medalhas com aquela hegemonia devastadora. Canadá permanece estável nas últimas edições dos jogos.

Doping político: Uma constatação me deixou abismado: nenhum caso de doping no Pan, quando a média é de 9 por edição e foi de 13 em Santo Domingo. Nem os farejadores da Colômbia, com suas medalhas de prata em pó, foram apanhados no exame. Informei-me que não foi detectado nem o chamado doping social, ou seja, o uso de maconha, que não melhora o desempenho atlético de ninguém, e até perturba a concentração. Pode-se chamar de "doping político" a deserção de boxistas cubanos. Convenhamos que há esportes que você pratica por amor ao país, mas tomar soco na cara sem recompensa em dinheiro é estupidez. Para evitar deserção em massa, Fidel Castro ordenou o retorno antecipado de seus atletas.

Violência zero: A imprensa também não registrou casos de assalto ou seqüestro de atleta ou familiar ou turista estrangeiro durante o Pan. Talvez tenha havido um acordo entre o Governo e os barões do crime para uma trégua de 17 dias. Talvez tenha havido uma pressão do Governo para não noticiar os casos que porventura tenham acontecido. Menos provável é que o policiamento e a vigilância tenha sido tão perfeita que a malandragem e a bandidagem carioca tenham entrado em recesso neste período. O caso é que o Pan registrou violência zero. Nem os karatecas puderam dar porrada nas adversárias, porque eram punidos.

Canadá e Cuba: A ambição do Brasil é alcançar Canadá e Cuba e depois consolidar-se como a segunda potência esportiva do continente, por ter a segunda população, a terceira extensão territorial e também por ter iniciado, nos últimos dez anos, um trabalho contínuo de investimento público no esporte de base e de patrocínios privados no esporte de alto rendimento.

Fiasco na vela e no futebol: alcançamos a hegemonia no vôlei de praia, no vôlei masculino, no futebol feminino, no handebol, no salto com vara, nos 1.500 metros rasos, na maratona. Arrebentamos nas piscinas (embora menos que os Estados Unidos). Mantivemos a performance de potência no salto tríplice, no judô, no hipismo, no atletismo, no basquete. E beliscamos medalhas também na canoagem, na esgrima, no boxe, no taekwondo, no karatê. Nosso grande fiasco foi o futebol masculino, eliminado no início, e a vela, que sempre enfunava o quadro de medalhas.

Vitórias coletivas: A grande constatação que este Pan trouxe para o nosso esporte é a do espírito de equipe. Somos melhores nos esportes coletivos, e o melhor exemplo disso veio no revezamento 4x100. Não tínhamos ninguém que rivalizasse com americanos, jamaicanos e canadenses na velocidade pura, mas ganhamos deles na organização e treinamento do revezamento. As ginásticas e o hipismo também ganharam ouro por equipe, e nenhum ouro individual. As equipes de vôlei masculino, a de futsal, a de basquete, de natação, de ginástica artística, de futebol feminino, mostraram uma solidariedade e um companheirismo produtivo que nenhum outro país exibiu no Pan. Os Estados Unidos vieram com centenas de individualidades e vaidades pessoais. Com exceção de Thiago Pereira, cujo brilho individual e recordes o lançaram como celebridade instantânea, os heróis do esforço individual são rapidamente esquecidos. Os ídolos que permanecem na memória popular são sempre os atletas dos esportes coletivos. Se as medalhas fossem contadas pelo número de titulares das equipes, há muito o Brasil seria líder nos panamericanos.





ENFIM... O MOTO CONTÍNUO
Uma idéia sensacional à procura de investidores...

O Santo Gral da energia, sonho acalentado por muitos cientistas e buscado por muitos inventores e pesquisadores, pode enfim, se tornar uma realidade.

Moto Contínuo, o que é isso afinal?

Há várias abordagens sobre este mesmo item, mas a definição mais apropriada seria a idéia de se produzir uma determinada potência para se realizar trabalho, seja ela elétrica, térmica ou outra qualquer, sem precisar gastar nada ou muito pouco para produzi-la.

Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma, já dizia Lavoisier, o eminente cientista francês que viveu no século XVII.
Sendo ele, um dos precursores do pensamento moderno, influenciou toda uma geração de cientistas no mundo inteiro, provando que a energia nunca pode ser criada, mas apenas transformada. Ainda assim, constata-se uma inquietação do homem quanto à abordagem desta questão.

Será possível em fim, o Moto Contínuo?

Saulo Rodrigues de Quevêdo, técnico em Eletrônica e pesquisador independente, acredita ser possível.

Segundo ele, basta pensarmos que toda energia pode ser transformada e usar os recursos da matemática para poder transformar uma determinada potência ou tipo de energia, que pode ser chamada de “potência primária”, em outra potência ou tipo de energia, que pode ser chamada de “potência secundária”, sendo que esta potência “secundária” resultante venha a ser suficiente para produzir trabalho e ainda parte dela poder ser utilizada para alimentar a energia “primária”. Logo teremos um “Moto Contínuo” de potência ou energia, com a potência primária gerando a potência secundária e a potência secundária reenergizando a potência primária e ainda produzindo uma boa quantidade de energia para realizar trabalho, num ciclo sem fim.

Como pode ser feito?

Por enquanto é segredo, mas já se encontra junto ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e também junto á instituição Fapemig (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais), documentação referente a um projeto desenvolvido por ele, denominado “Circuito Gerador de Potência Elétrica” centrado nesta idéia, que pretende patentear, e que está fundamentado em sólidas fórmulas matemáticas que dão ao projeto total embasamento e credibilidade. Não há mais dúvidas.

O projeto "Circuito Gerador de Potência Elétrica" é inovador e ambientalmente correto, e contribuirá para um mundo com melhor qualidade de vida, produzindo energia de uma forma limpa e confiável, sem degradar o meio ambiente ou o eco-sistema.
Poderá mudar radicalmente a forma de como se produz e se utiliza a energia elétrica atualmente, podendo ser transportada para qualquer lugar e utilizada da forma que for mais conveniente para o usuário. Facilitará a utilização de energia elétrica até em lugares de difícil acesso, como nos desertos, ou locais remotos, inóspitos, ou gelados, de uma determinada região de algum lugar deste nosso planeta.

Este projeto tem total flexibilidade para se adaptar a produção de uma maior potência elétrica, para ser utilizada no setor industrial ou setor público.

Enfim o Moto Contínuo…

Caso queiram entrar em contato, o e-mail dele é:
inovastar@hotmail.com
Ele está á disposição para dar maiores informações no telefone:
055 (31) 3491-9524


O CHAMADO DO CORAÇÃO

Num mundo turbulento, às vezes é difícil ouvir a voz do coração, acalmar-se o suficiente para ouvi-lo. Pouquíssimas coisas externas nos encorajam a fazê-lo. Tudo o que fazemos é estar ocupados estabelecendo e alcançando metas. Somos levados a acreditar que só encontraremos serenidade somente quando nos aposentar. Mas uma mensagem diferente prevaleceu ao longo de muitas civilizações “O que você está procurando está dentro de você”. Este é o tema com o qual Prem Rawat (Maharaji), um indiano que não fala de religião, atrai imensas platéias, em vários países do mundo, oferecendo o conhecimento da esperança e da paz. Leia algumas de suas reflexões:

Paz e alegria, no agora. Dentro de nós.

O conhecimento da paz não está antiguidade nem na ciência moderna.

O conhecimento é simples como a respiração.

Á vezes não é um processo de aprender, mas desaprender.

Não de fazer, mas de desfazer.

Não é um processo de acrescentar novos elementos, mas de retirar
elementos indesejáveis.

Quando o escultor retira pedaços que escondem a forma oculta na rocha, o que Emerge, é uma linda forma.

O que fica é esse lindo e reluzente diamante. A própria vida.

Nesta jornada, o esforço necessário é o de prestar atenção.

Todas as viagens que fizemos em nossa vida foram para fora de nós.

A meta não é apenas aprender as técnicas do conhecimento, mas desfrutar
Desta vida. Desfrutar de cada respiração.

A PRÓPRIA VIAGEM É O DESTINO.

Nós já temos a felicidade que precisamos em nossa vida, mas não estamos
em contato com ela.

Qualquer que sejam suas responsabilidades externas, você deve cuidar delas.

Mas temos outra responsabilidade. A responsabilidade com o coração.

Não temos de sacrificar uma pela outra.

Encontrar a paz no coração é outra responsabilidade que temos.

É uma responsabilidade com nós mesmos. (Continua na próxima edição)

 
   
 
Assessoria de Comunicação


Reportagens Jornalísticas
Edição de Textos e Revisão
Edição de Jornais


Alessandra Grisolia - Jornalista - Fone: (31) 9293 4663.
E-mail: alessandragrisolia@hotmail.com

Música

A Escola de Música Sonata está com inscrições abertas para cursos teóricos e práticos de guitarra, bateria, saxofone, canto, teclado, violino,
violão, cavaquinho, flauta, percussão, contrabaixo e Musicalização Infantil.

A escola oferece, também, orientação e acompanhamento para formação de grupos vocais e instrumentais. Espaço para apresentações
de alunos. Arranjos e gravações em estúdio.

Informações pelo fone: (31) 3494 4744 - Bairro Planalto. Rua Adelina Sales Pereira nº100.

 

Táxi em Salvador

Para circular e conhecer a capital baiana com tranquilidade, segurança e economia. Ligue Para Ennys. Fone (071) 9156- 2003.

 

Acupuntura e terapias naturais
Marco Aurélio cozzi


Livros

  • "Manifesto dos Mineiros em prol da da Saúde Ameaçada".Nas principais bancas e farmácias homeopáticas.
  • Outros lançamentos:"Ação Sobre o Mundo Acadêmico", 170pgs.;
  • "SOS terapias Ecológicas"260 pgs.;
  • Tratado Macozzi de Supraciências": As ciências modernas na berlinda, diante das seculares metaciências alquimico vitalistas,alopatizadas.
Contatos com Marco Aurélio Cozzi:
Fone (31) 32618357 e 3581 1487.

 


 

Terapias Chinesas

Maricar Lavín

Aplicações de massagens e sessões de acupuntura conjugadas com as técnicas de Tradicional Medicina Chinesa. Atendimento preventivo ou de urgência, em domicílio ou em ambulatório.

Informações com Angelita Azevedo. Formadada pelo Imam - Beijing University of Chinese Medicine.

Estágio - Hospital Wang Jing - Pequim.

Registro – CRAEM–Nº2037-Tel:(31) 8836-9218. E-mail: angelitamedicinachinesa@uol.com.br

 

 

Noni Bom

Para adquirir entre e contato com Maria Lúcia Gontijo (Empreendedora independente
Credenciada. Fones: (31) 3484-738, 8816-8370 ou 0800-701-5694

 

Cura Nativa

Cura xamânica e tratamentos naturais. Com a xamã
amazonense Anna Xara.
Contatos pelos fones: (31) 3689 5760 – 9319 9384 e 3689 5784.

 

O Salão de Beleza Weber & Cia, que há mais de uma década atende a clientela mais descolada da cidade, com serviço completo de cabelos, maquiagem, massagens, drenagem linfática e produção para noivas, está ampliando seus horários para até a meia noite, nas sextas- feiras e aos sábados.

Dirigido por Weber Lopes, o salão, em breve estenderá este horário por toda a semana.
Informe-se pelo fone:(31) 3484 1106. Rua Dr. Júlio Otaviano Ferreira, 620 – Cidade Nova. BH. MG.

 

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